Teorias: Presença nazista no Brasil


Saudações reptilianas, jovens gafanhotos!
Há, eu to de volta!


Antes de mais nada, queria pedir desculpas a todos pela minha ausência sexta passada (15/05). Muitas pessoas já me disseram que esperam a semana inteira pra ler alguma loucura minha na sexta e ter um pouco de diversão nesse dia tão miserento, o que me deixa imensamente feliz. Sério, muito. Mas, infelizmente (ou felizmente, sei lá), sou um rapaz muito ocupado (cof cof mentira cof cof). Às vezes faculdade e trabalho apertam demais, então fico sem ter pra onde correr.
Entretanto, minha digníssima fez uma excelente matéria sobre animações nesse mesmo dia. Confere aqui, tá maneiro.

Mas hashtag partiu, sem mais delongas!
Hoje preparei um tema ótimo e que pode gerar grandes discussões. Não é bem uma teoria, pois muita coisa foi comprovada. Entretanto, algumas coisas ainda são mantidas em sigilo.
Apresento-lhes: Presença Nazista no Brasil.


Nazismo: o que é?

Em síntese, o Nazismo foi uma ideologia oriunda do fascismo, onde um bando de “zé-bunda” achou que poderia criar uma super-raça ariana e tomar o controle do mundo, exterminando milhões de judeus, homossexuais, negros, ciganos e quaisquer outros que não fossem caucasianos. Seria cômico, se não fosse trágico. Quase um Pink e Cérebro de retardados.
Aqui também cabe o nacionalismo exagerado que tinha por finalidade levantar o moral alemão frente as consequências da Primeira Guerra Mundial, cujo país sofria com a miséria.
Mas enfim, a mesma foi criada por Adolf Hitler, aquele carinha de cabelo “boi-lambeu” e bigodinho de “vem-cá-e-me-pega-de-jeito”, posta em prática pelo Partido Nazista da Alemanha (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães).


Até aí tá tudo muito bem, mas onde entra o Brasil?

Normalmente pelo cano, não é?
Enfim, na década de 1930, quando o Partido Nazista estava em plena ascensão na Alemanha, nosso então presidente Getúlio Vargas começava a ter um certo apreço pelas políticas fascistas da Europa, principalmente pelo combate ao comunismo.
Éramos um país em “crescimento”, mas em meio a uma crise mundial que duraria anos: a crise de 1929. Vargas queria fazer o país crescer militarmente e nenhuma nação ocidental pôde entrar na jogada. Mas é claro, os EUA na mer**, como eles iriam ajudar o Brasil? É aí que a Alemanha nazista vira um dos nossos principais parceiros econômicos, no final da década de 30.

Muitos estudiosos afirmam, inclusive, que havia uma seção política brasileira destinada a manter relações com o III Reich, espalhadas em diversões estados. O Paraná é um dos principais, tendo em especial a capital Curitiba.
Outro lugar que ostenta participações nazistas na sociedade é o Nordeste. Há locais em Natal, por exemplo, que ainda possui marcas nazistas, como pisos de centros históricos. Em Recife há relatos de uma colônia nazista instalada durante da década de 1930.
Mas o pior você não sabe, jovem gafanhoto. Recife é um dos lugares que possuem a maior colônia judaica no Brasil. Já imaginou a mer** que daria? Ou deu?


Pera aí, Mayke. Como o Brasil era parceiro da Alemanha, se lutou contra ela durante a 2a Guerra?

É aí que o bagulho fica “loco”, amiguinho do meu coração.
O salvador da pátria tá chegando. Olha ele aí! Não é o Superman, mas tem as mesmas cores.
Os Estados Unidos da América, grande cherifão pronto pra botar ordem na bagaça.

Percebendo o avanço nazista no Brasil, sendo a maior colônica fora da Alemanha, principalmente com o perigo de uma unificação dos estados com grande número de alemães (ou seja, o Sul), Tio Sam deu o ultimato e roubou o doce da boca nazista. Nosso então ministro das Relações Exteriores, Osvaldo Aranha, aproximou o Brasil do protetor dos “frascos” e “comprimidos” e começou a caçada a espiões nazistas ou qualquer um que adotasse essa ideologia em solo nacional. Nós ganhamos a Companhia Siderúrgica Nacional, presentinho do Tio Sam, e os nazistas um belíssimo pé no traseiro.
Maaaas, como nem tudo são flores, titio Adolfinho não deu mole não. Como bom moleque criado a leite com pera pela avó, destruiu diversas embarcações da Marinha Mercante Brasileira. Danado inconveniente.



O resto vocês já sabem, né. Brasil na batalha de Monte Castelo ao lado dos aliados e blá blá blá (batalha, inclusive, que os brasileiros ganharam com louvor. Meu tio-avô foi um dos pracinhas e retornou ao Brasil como herói de guerra).

Outros indícios de presença nazista

Algum dos meus jovens gafanhotos conhece a Cidade dos Gêmeos?
Não?
Então vamos lá. A Cidade dos Gêmeos é a cidadezinha gaúcha de Cândido Godói, distante cerca de 500 quilômetros de Porto Alegre, e em sua maioria de origem alemã. Ela é conhecida assim devido ao grande número de gêmeos que nascem por lá, cerca de 10% das gestações. Mas aí vem o “causo”: por quê?
Bem, relatos dizem que o famoso Anjo da Morte passou por lá.

Isso é alguma história bíblica, Mayke?

Não, definitivamente não.
Anjo da Morte era o apelido “carinhoso” de Josef Mengele, um dos principais médicos nazistas e responsável pelo assassinato de mais de 400 mil judeus no campo de concentração de Auschwitz.
Mengele, na busca de uma raça ariana pura, modificou o código genético das mulheres da cidade e induziu o aumento na probabilidade de nascimento de gêmeos. Tudo isso dando “remédios” importados da Alemanha, após o fim da Guerra.



Bizarro não?

Alguns geneticistas disseram que isso era impossível, que a origem da cidade data de um pequeno grupo de alemães que se relacionavam entre familiares e aumentou a probabilidade do gene causador da gestação gemelar.

Você realmente acredita nisso? Parafraseando o seriado “Arquivo X”: “A verdade está lá fora”.

E não para por aí.
Recentemente foi descoberta uma carta de um comandante da SS, grupo de elite nazista, dizendo como entrar no Brasil sem ser caçado. A Alemanha havia perdido a 2a Guerra e todos aqueles que estavam no topo do comando eram procurados por tribunais internacionais. Só restava fugir para países como Brasil e Argentina.

E se o Brasil tivesse apoiado a Alemanha? O que poderia ter acontecido? Comentem aí o que acham :D



------------------------------------------------------------------------------------------------------------

É isso aí, jovens gafanhotos. Chegamos ao final de mais um post.
Peço desculpas novamente pela ausência na semana passada, prometo que farei o possível pra isso não voltar a acontecer.
Não esqueçam do feedback, hein. Isso é importante demais para sabermos se estão gostando ou não. Fiquem à vontade também para dar sugestões. Adoramos interagir com vocês.

Até a próxima semana. Fui!


Me encontre nas redes sociais
Compartilhar no Google Plus

Mayke Medeiros

Escritor em tempo integral e programador nas horas vagas. Metido a crítico de cinema, científico, literário e especialista em trocadilhos sem sentido.

    Comentários

2 pessoas já comentaram:

  1. Eu li recentemente um livro sobre a história do Brasil na guerra e conta exatamente essa aproximação e afastamento do Brasil com a Alemanha.
    Imagine a merda que poderia dar: o Brasil é um país predominantemente negro. Iriam exterminar a maior parte da população? Mas não deu, felizmente.
    Quanto às experiências nazistas no Brasil, não acredito e nem desacredito, muito pelo contrário. hashauasha Brincadeiras à parte, tudo é possível nesse mundo louco.

    Desbrava(dores) de livros - Participe do nosso top comentarista de maio. Você escolhe o livro que quer ganhar!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Se não exterminassem, com certeza dariam um jeito de afetar diretamente a população negra do país. Ainda bem que o Capitão América (trocadilho inevitável) chegou a tempo hahaha

      Abraços!

      Excluir

Obrigada por ler e comentar!
Se comentar em anônimo, deixe seu nome!
Comentários ao estilo spam não serão aceitos, então só comente se realmente leu o post! Obrigada pela compreensão ♥